segunda-feira, 28 de abril de 2014

Asas (meados de 2009)

Não faço questão de mais nada… Apenas peço para que não corte minhas asas.
Talvez sejam jovens, sem jeito mas são minhas… Gosto da maneira com que se abrem e a forma como me fazem planar. Meus pousos podem não ser majestosos mas sei onde parar. Sei que não são belas como as de uma águia mas têm lá sua elegância e um dia hão de levar brilho aos olhos de quem as vê.
Sua força para me levantar aos céus é a mesma contida na mais sábia coruja somente preciso aprender a ser obediente ao silêncio…
Não as corte, deixe-me ser aprendiz. Não poupe-me desse meu medo de ser livre.

Sorria, sorria ao me ver voar… Isso basta.



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